sexta-feira, 11 de setembro de 2026

QUEM É O VERDADEIRO PASTOR?

QUEM É O VERDADEIRO PASTOR?

O contraste entre os falsos pastores e Jesus Cristo, o Bom Pastor
Cleriston Bezerra

Introdução

A figura do pastor ocupa um lugar importante nas Escrituras. O pastor é aquele que conduz, alimenta, protege e cuida do rebanho. Por isso, quando a Bíblia utiliza essa imagem para falar daqueles que recebem a responsabilidade de cuidar do povo de Deus, ela não apresenta apenas uma posição de liderança, mas uma responsabilidade espiritual diante do próprio Deus.

Entretanto, as Escrituras também mostram que nem todo aquele que ocupa a posição de pastor cumpre verdadeiramente essa missão. Por meio dos profetas, Deus denunciou líderes que deveriam cuidar das ovelhas, mas passaram a cuidar de seus próprios interesses. Em vez de fortalecerem as fracas, tratarem as feridas e buscarem as que estavam perdidas, eles abandonaram o rebanho.

Essa denúncia aparece de maneira especialmente forte em Ezequiel 34. Depois de repreender os pastores infiéis de Israel, Deus declara que Ele mesmo buscaria Suas ovelhas e cuidaria delas (Ezequiel 34:11).

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.”

João 10:11 — NVI

A relação entre essas duas passagens não deve ser ignorada. Em Ezequiel, o próprio Deus promete buscar, cuidar e apascentar Suas ovelhas. Em João, Jesus Se apresenta como o Bom Pastor que conhece Suas ovelhas, chama-as, conduz o rebanho e entrega Sua própria vida por ele.

Isso também estabelece o padrão pelo qual todo pastor humano deve ser avaliado. Nenhum líder religioso é dono do rebanho. As ovelhas pertencem a Deus, e aqueles que recebem a responsabilidade de cuidar delas devem fazê-lo debaixo da autoridade de Cristo, servindo em vez de dominando e conduzindo o povo pela Palavra de Deus, não por interesses pessoais.

Portanto, a pergunta que orientará este estudo não será simplesmente: quem ocupa o cargo de pastor? A questão bíblica é muito mais profunda: quais características distinguem o pastor fiel do falso pastor e, acima de tudo, quem as Escrituras apresentam como o verdadeiro e perfeito Pastor das ovelhas?

Os falsos pastores segundo as Escrituras

A Bíblia não trata com superficialidade a responsabilidade daqueles que recebem o encargo de cuidar do povo de Deus. Quando líderes espirituais abandonam essa responsabilidade e passam a agir segundo seus próprios interesses, a repreensão divina é severa.

Por meio de Jeremias, Deus pronuncia um “ai” contra os pastores que destroem e dispersam as ovelhas do Seu pasto (Jeremias 23:1).

O problema não era simplesmente uma falha administrativa. Eles estavam dispersando um rebanho que pertencia a Deus.

Essa verdade precisa permanecer desde o início deste estudo: as ovelhas nunca pertencem ao pastor humano. Ele recebe uma responsabilidade de cuidado, mas o rebanho continua pertencendo a Deus.

Isaías também denuncia pastores sem entendimento que seguem seus próprios caminhos e procuram vantagem pessoal (Isaías 56:10–11). Aqui encontramos uma inversão da finalidade do pastoreio: em vez de o líder existir para servir ao rebanho, o rebanho passa a ser tratado como instrumento dos interesses do líder.

Isso não significa que todo aquele que recebe sustento por seu trabalho ministerial seja um falso pastor. O Novo Testamento reconhece o princípio do sustento daqueles que trabalham no evangelho. A condenação bíblica está em transformar a responsabilidade espiritual em instrumento de benefício próprio e colocar interesses pessoais acima do cuidado com as ovelhas.

É em Ezequiel 34, porém, que a denúncia alcança uma de suas expressões mais fortes. Deus pergunta por que os pastores de Israel cuidavam de si mesmos em vez de cuidarem do rebanho (Ezequiel 34:2).

As acusações que seguem são graves.

Eles não fortaleciam as fracas.

Não cuidavam das doentes.

Não tratavam as feridas.

Não traziam de volta as desviadas.

Não procuravam as perdidas.

E, além de negligenciarem o cuidado, exerciam domínio com dureza sobre as ovelhas (Ezequiel 34:4).

Aquilo que deveria ser pastoreio havia se transformado em domínio.

Essa diferença é fundamental. Autoridade espiritual não significa propriedade sobre pessoas. Nenhum líder recebe autorização de Deus para controlar a consciência das ovelhas, torná-las dependentes de sua própria pessoa ou colocar sua autoridade no lugar da Palavra de Deus.

Pedro apresenta o princípio contrário: aqueles que cuidam do rebanho não devem agir como dominadores, mas como exemplos para aqueles que lhes foram confiados (1 Pedro 5:3).

O título não elimina a responsabilidade

Nem todas as comunidades cristãs utilizam a mesma nomenclatura para aqueles que exercem responsabilidades espirituais.

Por isso, é necessário fazer uma distinção terminológica.

No Novo Testamento, presbítero ou ancião traduz o grego presbyteros. Já supervisor ou bispo corresponde ao grego episkopos. Esses termos aparecem estreitamente relacionados à responsabilidade de pastorear o povo de Deus.

Em Atos 20:17, Paulo chama os presbíteros da igreja de Éfeso. Ao dirigir-se a esses mesmos homens, declara que o Espírito Santo os havia constituído supervisores para cuidarem da igreja de Deus (Atos 20:28).

Pedro igualmente dirige sua orientação aos presbíteros e lhes ordena que pastoreiem o rebanho de Deus (1 Pedro 5:1–3).

Portanto, não devemos tratar automaticamente pastor, presbítero/ancião e supervisor/bispo como se o Novo Testamento necessariamente estivesse descrevendo cargos completamente independentes entre si.

Mais importante ainda: uma mudança de título não elimina a responsabilidade bíblica.

Independentemente da nomenclatura utilizada por determinada comunidade religiosa, aquele que exerce liderança espiritual e participa do cuidado do rebanho permanece responsável diante de Deus pela maneira como ensina, conduz e trata aqueles que estão sob seus cuidados.

A questão bíblica, portanto, não é simplesmente qual título o líder possui, mas como ele exerce a responsabilidade que recebeu.

Quando o próprio Deus promete pastorear Seu povo

Depois de denunciar os pastores infiéis, Ezequiel 34 apresenta uma mudança extraordinária.

Deus não anuncia simplesmente que substituiria aqueles líderes por outros melhores.

“Eu mesmo buscarei as minhas ovelhas e delas cuidarei.”

Ezequiel 34:11 — NVI

A expressão “Eu mesmo” possui enorme importância para o desenvolvimento da passagem.

Os pastores haviam falhado em procurar as perdidas, cuidar das feridas e fortalecer as fracas. Agora Deus anuncia que faria aquilo que eles deixaram de fazer.

Ele buscaria as ovelhas dispersas, as resgataria, reuniria o rebanho, alimentaria Suas ovelhas, faria com que repousassem, procuraria a perdida, traria de volta a desviada, trataria a ferida e fortaleceria a fraca (Ezequiel 34:11–16).

O contraste é evidente.

Os maus pastores cuidavam de si mesmos; Deus cuidaria das ovelhas.

Eles não procuravam a perdida; Deus a procuraria.

Eles não tratavam a ferida; Deus cuidaria dela.

Eles dispersavam; Deus reuniria.

Ezequiel 34 estabelece, portanto, uma verdade fundamental: o Pastor supremo do povo de Deus é o próprio Deus.

A promessa de um Pastor da linhagem de Davi

Entretanto, o capítulo apresenta algo ainda mais profundo.

Depois de declarar repetidamente que Ele mesmo cuidaria das ovelhas, Deus promete colocar sobre elas “um só pastor”, identificado profeticamente como Seu servo Davi (Ezequiel 34:23).

Quando Ezequiel recebeu essa profecia, Davi já havia morrido havia séculos. A promessa, portanto, aponta para o Rei-Messias que viria da linhagem de Davi.

Temos assim duas declarações que precisam permanecer juntas.

Deus afirma que Ele mesmo buscaria Suas ovelhas.

Ao mesmo tempo, promete um só Pastor da linhagem de Davi.

Não precisamos apagar uma declaração para preservar a outra.

E é justamente essa combinação que torna João 10 tão significativa.

“Eu sou o bom pastor.”

João 10:11 — NVI

À luz de Ezequiel 34, essas palavras possuem uma profundidade extraordinária.

O Deus que havia prometido cuidar de Seu rebanho revela em Jesus Cristo o Bom Pastor que vem buscar, reunir, proteger e salvar as ovelhas.

Jesus Cristo, o Bom Pastor

Jesus não Se apresenta simplesmente como alguém que conhece o caminho até o Pastor.

Ele declara ser o Bom Pastor.

E imediatamente revela uma característica que O distingue de todo pastor infiel: o Bom Pastor entrega Sua vida pelas ovelhas (João 10:11).

Cristo não utiliza as ovelhas para preservar a Si mesmo.

Ele entrega a Si mesmo para salvar as ovelhas.

A cruz, portanto, está diretamente relacionada à figura do Bom Pastor. Jesus explica que ninguém tiraria Sua vida contra Sua vontade; Ele a entregaria voluntariamente e possuía autoridade tanto para entregá-la quanto para retomá-la (João 10:17–18).

O verdadeiro Pastor conhece o preço da salvação do Seu rebanho e entrega-Se por ele.

O Bom Pastor e o mercenário

Jesus então estabelece um contraste com o assalariado ou mercenário.

Quando surge o perigo, o mercenário abandona as ovelhas porque sua preocupação principal não está nelas. O Bom Pastor, ao contrário, permanece e entrega Sua própria vida pelo rebanho (João 10:12–13).

É importante não retirar essa comparação do contexto.

Jesus não está ensinando que receber sustento pelo trabalho ministerial transforma automaticamente alguém em mercenário. O contraste está na relação com as ovelhas.

O mercenário abandona.

O Bom Pastor Se entrega.

Portanto, o problema é tratar o rebanho como instrumento para benefício próprio, em vez de verdadeiramente cuidar dele.

“Conheço as minhas ovelhas”

Jesus também declara que conhece Suas ovelhas e que elas O conhecem (João 10:14).

Pouco antes, havia explicado que as ovelhas seguem o pastor porque reconhecem sua voz (João 10:4).

Essa afirmação estabelece outro princípio fundamental: a segurança espiritual da ovelha não está simplesmente em pertencer a determinada instituição religiosa ou seguir determinado líder humano.

A questão fundamental é: ela conhece e segue a voz de Cristo?

Nenhum líder espiritual possui autoridade para ocupar o lugar que pertence a Jesus. O pastor fiel não ensina as ovelhas a dependerem de sua própria pessoa; ele as conduz à Palavra de Deus e continuamente aponta para Cristo.

Como reconhecer um pastor fiel segundo as Escrituras?

Ele serve ao rebanho em vez de dominá-lo

Pedro ensina que aqueles que cuidam do rebanho não devem agir como dominadores, mas como exemplos (1 Pedro 5:3). O pastor fiel ensina, aconselha, orienta e corrige quando necessário, mas não transforma sua função em instrumento de controle. Ele sabe que as ovelhas não lhe pertencem.

Ele alimenta o rebanho com a Palavra de Deus

Paulo ordenou a Timóteo que pregasse a Palavra com fidelidade, corrigindo, repreendendo e encorajando com paciência e doutrina (2 Timóteo 4:2). O pastor fiel não substitui a Palavra de Deus por suas próprias ideias, mas conduz as pessoas às Escrituras e, por meio delas, a Cristo.

Ele cuida das ovelhas, especialmente das mais frágeis

A ovelha fraca não deve ser descartada. A ferida precisa de cuidado. A desviada precisa ser procurada. A perdida importa. Jesus utilizou a figura de uma ovelha perdida entre cem para mostrar o valor daquele que se afastou (Mateus 18:12–14).

Ele é exemplo antes de exigir dos outros

“Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo.”

1 Coríntios 11:1 — NVI

O limite estabelecido por Paulo é claro: ele deveria ser imitado na medida em que imitava Cristo. Cristo permanece sendo o padrão.

Ele não busca a primazia

O Novo Testamento apresenta Diótrefes como exemplo negativo de alguém que gostava de ocupar o primeiro lugar (3 João 9). Jesus ensinou outra lógica: aquele que deseja ser grande deve tornar-se servo (Marcos 10:42–45).

Ele conduz as ovelhas a Cristo, não a si mesmo

Paulo afirmou que não pregava a si mesmo, mas a Jesus Cristo como Senhor (2 Coríntios 4:5). O pastor fiel não ocupa o centro da fé das ovelhas. Ele aponta para Cristo e permanece, ele próprio, debaixo da autoridade da Palavra de Deus.

As ovelhas também têm uma responsabilidade

A responsabilidade espiritual não pertence somente àquele que ensina. Jesus declarou que Suas ovelhas ouvem Sua voz, são conhecidas por Ele e O seguem (João 10:27).

Todo ensino deve ser examinado pelas Escrituras

Quando Paulo e Silas chegaram a Bereia, os bereanos receberam a mensagem e examinavam diariamente as Escrituras para verificar se aquilo que ouviam correspondia à Palavra de Deus (Atos 17:11).

A autoridade de quem ensina não elimina a responsabilidade de quem ouve de examinar o ensino pelas Escrituras.

Nem toda mensagem religiosa procede de Deus

João orienta os cristãos a examinarem se aquilo que recebem procede realmente de Deus, pois falsos profetas haviam surgido no mundo (1 João 4:1). Aparência de piedade, posição religiosa, tradição, popularidade ou pertencimento institucional não constituem prova suficiente da verdade.

Quando a tradição entra em conflito com a Palavra

Jesus advertiu que tradições humanas podem chegar ao ponto de invalidar a Palavra de Deus (Marcos 7:13). O problema começa quando uma tradição humana recebe autoridade suficiente para substituir, contradizer ou anular aquilo que Deus revelou.

Conhecer a voz de Cristo exige conhecer Sua Palavra

É possível conhecer profundamente regras, costumes, estruturas administrativas e tradições religiosas e ainda conhecer muito pouco das Escrituras.

Por isso, conhecer a voz do Bom Pastor exige disposição para abrir as Escrituras e permitir que elas examinem até mesmo aquilo que acreditamos há muitos anos.

Às vezes, a Palavra confirmará aquilo que aprendemos. Em outras ocasiões, mostrará que determinada crença precisa ser reconsiderada. A ovelha de Cristo, porém, não deve temer a verdade.

Jesus ensinou que Seus verdadeiros discípulos permanecem em Sua Palavra e conhecem a verdade que liberta (João 8:31–32).

Um só rebanho e um só Pastor

“Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.”

João 10:16 — NVI

Essa declaração é fundamental para compreendermos onde se encontra a verdadeira unidade do povo de Deus.

O elemento central não é uma estrutura religiosa humana.

“Elas ouvirão a minha voz.”

É Cristo quem reúne.

É Cristo quem conduz.

É Sua voz que as ovelhas ouvem.

E é debaixo de Sua autoridade que existe um só rebanho.

A unidade do rebanho está em Cristo

Nenhuma instituição humana pode simplesmente tomar João 10:16 para si e afirmar que o “um só rebanho” significa necessariamente pertencer à sua própria estrutura religiosa.

O centro da unidade apresentada pelo texto é Jesus Cristo.

Isso não elimina a importância da igreja local, da comunhão, do ensino, da disciplina ou daqueles que recebem responsabilidades dentro da comunidade cristã. A questão é outra: nenhuma estrutura humana substitui Cristo como Cabeça e Supremo Pastor do Seu povo.

Paulo declara que Cristo é a Cabeça do corpo, que é a igreja (Colossenses 1:18).

O líder humano é servo.

Cristo é Senhor.

O líder humano cuida do rebanho.

O rebanho pertence a Deus.

Nenhuma ovelha pertence ao pastor humano

“Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados.”

1 Pedro 5:2 — NVI

A expressão é decisiva: “rebanho de Deus”.

As ovelhas podem estar sob os cuidados de determinados líderes, mas nunca se tornam propriedade deles.

A autoridade espiritual saudável não teme as Escrituras. Ela se submete a elas.

O Supremo Pastor voltará

Pedro conclui sua orientação apontando para Cristo como o Supremo Pastor que Se manifestará (1 Pedro 5:4).

Nenhum cargo religioso é supremo. Nenhuma posição humana é definitiva. Nenhum líder ocupa o lugar de Cristo.

Jesus Cristo é o Bom Pastor, o Supremo Pastor e o Senhor do rebanho.

Conclusão — Quem é o verdadeiro Pastor?

As Escrituras não deixam o povo de Deus sem critérios para reconhecer o verdadeiro pastoreio.

Jeremias denunciou aqueles que dispersavam as ovelhas. Isaías condenou líderes que buscavam os próprios interesses. Ezequiel mostrou pastores que não fortaleciam as fracas, não tratavam as feridas, não procuravam as perdidas e dominavam o rebanho com dureza.

“Eu mesmo buscarei as minhas ovelhas e delas cuidarei.”

Ezequiel 34:11 — NVI

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.”

João 10:11 — NVI

O verdadeiro e Supremo Pastor é Jesus Cristo.

Pastores humanos podem exercer fielmente a responsabilidade de cuidar do povo de Deus. Presbíteros podem ensinar, orientar e servir à igreja. Mas nenhum deles é dono das ovelhas e nenhum pode ocupar o lugar que pertence exclusivamente a Cristo.

O rebanho é dEle. A voz que as ovelhas precisam reconhecer é a dEle. A Palavra de Deus deve governar a consciência do cristão.

Um convite para ouvir a voz do Bom Pastor

Talvez você tenha conhecido líderes que falharam. Talvez tenha presenciado abuso de autoridade, abandono espiritual ou ensinamentos que não permaneceram fiéis às Escrituras.

A falha dos homens, porém, não muda quem Cristo é.

Jesus não abandona Suas ovelhas. Ele lhes concede vida eterna e assegura que ninguém poderá arrancá-las de Sua mão (João 10:27–28).

O Bom Pastor não apenas aponta para a salvação. Ele entregou Sua própria vida pelas ovelhas.

Na cruz, Cristo ofereceu-Se voluntariamente por nós. E Aquele que entregou Sua vida declarou possuir autoridade para retomá-la (João 10:17–18).

Seguir o verdadeiro Pastor, portanto, significa muito mais do que pertencer a uma religião. Significa ouvir Sua voz, crer nEle, permanecer em Sua Palavra e segui-Lo.

Se você ainda não conhece verdadeiramente Jesus Cristo, não permita que a falha de homens impeça você de conhecer Aquele que jamais falhou com Suas ovelhas.

Abra as Escrituras.

Conheça Sua voz.

Examine Seus ensinamentos.

E siga Aquele que deu Sua vida para salvar o rebanho.

Há um só Supremo Pastor. Seu nome é Jesus Cristo.

Referências Bibliográficas

BÍBLIA SAGRADA. Nova Versão Internacional (NVI).

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